Sorri, o espectador espectral.
A trama está bordô de intensa.
Fim do terceiro ato finda laços já estreitados.
As coisas belas quando admiradas tornam-se
jocosas quando muito enaltecidas. Um triste ato
este do desgaste. Vida brava aos poetas
da provação.
A narradora precisa soa como se precisasse.
Soturno, detecta o espectador espectral.
Há uma insistência em jazer aqui certo fanatismo
pelos rigores post mortem: a menarca
que da monarca alaga os assoalhos.
A oratória é densa como de costume em noites de estréia.
Praxes necessárias.
Como o braço alçado almeja as malsãs do paraíso
é preciso que existam falhas. Quebras.
Imprevistos.
Improviso, confirma o espectador espectral.
O espectador espectral sorri de volta e não lhe faltam
tranças, nem tramas, marrons de veludo.
Motivos também nunca lhe faltaram.
A poltrona engole e tudo ocorre.
