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Poeta catarinense
com dedos podres
e mania de flâneur

Autor de "Cá Entre Nós -
Odes de Alusão e Ilusão"
Desconhecidos que talvez se encontram.
Anônimos um ao outro. Sem passado. 
Sem antigas cicatrizes.
Sem cores que os distraiam.
Nem vícios que importem.
Dum branco leve e indolente.
Intactos como uma página vazia.
Quase translúcidos de tão puros.
Quase obscenos de tão livres que são.